Uma aula de história e amor com os Video Games

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Primeiramente é com prazer que escrevo esse texto.

Meu nome é Lucas Casimiro, professor de História, colecionador e game maníaco desde pequeno.

Lembro como se fosse hoje do primeiro dia em que me deparei com o primeiro vídeo game de minha vida , eu tinha cinco anos quando em um domingo meu pai me coloca na garupa de sua moto e eu agarrado em suas costas chego a casa de seu amigo. Continue reading “Uma aula de história e amor com os Video Games”

Dicas e truques para jogar seu vídeo game portátil na rua

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Já tem um tempo que venho reparando na minha rotina, em como tenho vários tipos de cuidados jogando portáteis. Eu saio de casa pra trabalhar às seis da manhã, e chego às vinte da noite, passo em media quatro horas por dia dentro de ônibus. Entre a ida e vinda do trabalho percebi, que um dos meus grandes companheiros são os portáteis.

Como jogo todo dia, existe uma arte em jogar na rua, e que pode parecer bobeira, mas não é tão simples. Aprimorei esta arte Jedi Gamer durante os anos e agora vou compartilhar com você. Continue reading “Dicas e truques para jogar seu vídeo game portátil na rua”

Perdi a virgindade com um Atari

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Video game sempre fez parte da minha vida, já contei isso aqui, mas é que toda vez que lembro algo do meu passado os consoles estão lá. Quase todo dia recordo de historias que marcaram minha infância ou adolescência. Uma delas foi quando perdi a virgindade com um Atari. Sim, querido leitor, minha primeira vez foi com o video game criado por Nolan Bushnell e Ted Tabney e lançado no Brasil em 1983. E a primeira vez a gente nunca esquece, deixou marcas em minha mente e minha vida. Continue reading “Perdi a virgindade com um Atari”

Ganhei o Azaghâl e parei na torcida Argentina

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Sonhos são coisas bem malucas, conseguem misturar realidade, pessoas que não conhecemos, coisas inimagináveis, quase impossíveis, misturadas na mesma historia. Eu quase nunca sonho, ou pelo menos se sonho não lembro. Mas pode esperar que quando deito pra dormir e meu cérebro começa a juntar informações aleatórias, sempre vem uma coisa bem maluca pela frente. Na noite passada tive um sonho em que misturava vídeo games (é claro, faz parte da minha vida), argentinos, uma mulher desconhecida e o Azaghâl (sim o careca de óculos escuros, barbudo e mal encarado, do famoso site Jovem Nerd). Continue reading “Ganhei o Azaghâl e parei na torcida Argentina”

Como usar o ‘Raio Gourmetizador’ no mundo dos Video Games

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A internet é um mundo onde tudo é possível. Gosto de pensar nela como uma espécie de ‘Pandora’ do filme Avatar. Existem as coisas boas, engraçadas e que fazem sua vida melhor, mas também existem coisas que não prestam. No caso de coisas ruins, eu executo a teoria da carne para churrasco. Se você não conhece esta teoria, vai gostar, ela é simples e funcional. Continue reading “Como usar o ‘Raio Gourmetizador’ no mundo dos Video Games”

O dia em que a ‘Maldição da Atualização’ não me deixou jogar

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Jogo vídeo game desde que me entendo por gente. Comecei no Telejogo da Philco, era bem legal aquele bastão que ficava pra cima e pra baixo na tela com um quadrado batendo nele. Na época chamávamos de tênis (criança tem uma imaginação). Passei pelo Atari, depois veio a geração 8 bits e 16 bits que pra mim foi a melhor de todas, e os vídeo games foram evoluindo.

Posso dizer que até a geração do PlayStation 2 e Xbox a coisa era muito boa, digo isso porque jogar ainda era simples. Você sentava sozinho ou com algum amigo, ligava o vídeo game, escolhia quem iria ficar do lado direto da tela porque era mais fácil fazer a meia lua do Hadouken e pronto, era diversão á flor da pele. Continue reading “O dia em que a ‘Maldição da Atualização’ não me deixou jogar”